"Sobre o verde que nervosamente
Arranco com meus dedos
Olho o azul mesclado de laranja
E penso: Isso é tudo que existe!
Pontos negros passam rasgando
E o amarelo já sobe,
Por toda a volta eu vejo
Carmesins, rosas e lilazes.
Ouço distante uma melodia
De teclas bicolores que enchem o ar
Vêm de um lugar todo dourado
E junta tudo como num caleidoscópio.
Ao meu lado duas luzes me encaram,
Eu retribuo sorrindo, me tocam,
Alvo contra alvo,
E uma pitada de todo colorido que há."
Cartas que escrevi e não mandei
3 semanas atrás
5 comentários:
Diante da vida cinza que nos impõe, façamos um revolução colorida.
"Afora os poetas, - que mais tarde ou mais cedo tecem um canto ao grande astro, - e os astrônomos que têm por timbre científico examiná-lo em todos os aspectos, - não há ninguém debaixo do sol, que o admire nos dias ordinários. Mas anuncie-se um eclipse; ver-se-á toda a gente improvisar meios de assistir cá debaixo ao escurecimento do disco solar"
(Machado de Assis)
Obrigado pelas visitas. Vc abrilhanta mais ainda meu cantinho com os seus comentários pra lá de literários! rssss
E sobre a imagem poética deste seu poema...
Que tudo colorido! Talvez só reflita a beleza... porque são seus olhos a apreciar.
Linda! Um beijo! Me sinto confortável no seu cantinho!
=****
Belo poema!
beijos
Que as cores em profusão tragam para esse mundo sem vida um pouco de brilho e alegria.
Sobre o verde que nervosamente
Arranco com meus dedos
Olho o azul mesclado de laranja
E penso: Isso é tudo que existe!
muito foda!!
representou demais!!!
voce anda escrevendo muito bem!!
bjos!
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